27 de junho de 2015

Mensagem longa colada - de envio, direto, rápido e esquecido.


Perdi aquele texto que tinha pra você. Um bem bonito, com palavras difíceis e cheio de modos. Ele falava sobre como esquecia versos que haviam chegado até mim, por e pra você. Todo texto era outro, e engraçado é, ainda mais, por falar de esquecimento.
Talvez fosse mais romântica se eu dissesse que perdi meus pensamentos porque molhei meus escritos, ou os derrubei pela janela. Meu celular travou. Pura e simplesmente. Não haveria de ser mais instigante que isso.
E como eu poderia me gastar em analogias agora...
Tinha algo assim:
Verter
As lágrimas que meu estômago engoliu, todas elas, acidificadas que metalizavam minha língua
Vertia
Que as consequências por detrás de si, têm motivos que se validam os karmas.
Ver-te indo
A auto-amputação do mundo de possibilidades. Na preferência de idealização de panoramas incertos. Com a certeza que isso tudo "cheira à merda", e de algum modo, chafurdar.
Vá indo.
E volta, quando der.

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